sábado, 8 de novembro de 2008

Chazinho das 21h

Um chá inglês depois de pegar a circle line pela primeira vez - perto de Nothing Hill que de facto ainda não conheci. Lá estive com um amigo do Clei (hasta Floripa) e também um sociólogo inglês figura. Várias histórias. Londres séculos atrás. Numa delas, Jack the killer, not the ripper, talvez entre o século 18 e 19, com sua super-mini-faca mata adversários num jogo de espadas. Até no escuro. Sem piedade. Também uma música encantada que se perdeu. Talvez eu deva ter entendido 80% do que Conrad dizia, principalmente com os olhos e as mãos. Principalmente reflexos-profundos de considerações superficias sobre o que foi mencionado: o encanto que se perdeu, as buscas, Paulo Coelho e a viagem ao centro da terra, buddah, o segredo... Algumas coisas vão se encaixando: papéis arquivados em gavetas passadas. Eu penso que preciso arrumar um trabalho logo, e, na pior das hipóteses, eu me torne uma flash-iogue de calça jeans do futuro. Muitas coisas circulando pela cabeça. A mudança ou o ciclo do tempo: de dia sol, de tarde chuva, de noite vento. Cada vez mais vento. Eu estou quase alçando vôo.

Raro: sol no caminho - saindo de casa

3 comentários:

Valentina Bazar disse...

saudade.
te escrevo p contar minhas rotinas.
Rotinas pq não tenho muitas novidades.
Te amo
bjo

Ana Rita Gondim disse...

Pois alce vôo, Srta. T! Que os novos ventos tire a poeira de suas asinhas e você as utilize para desbravar novos territórios! :-) Beijo grande, querida Tamarinha!

passado disse...

Alce.
Mas se for zebra, jegue, bike... vá também.